A Conquista Da Paciência 1

A Conquista Da Paciência

Saúde

Paciência, paciência, paciência… Paciência com o congestionamento de 20 minutos, na primeira hora da manhã. Paciência com o choro choroso e intenso de pirralho que não deixa dormir nem sequer três horas seguidas. Paciência quando as coisas irão mal. E mais paciência… ante a fila interminável de atendimento ao passageiro por atraso no trem ou perante a possibilidade de que o fim da recessão económica está ao virar da esquina. Não é sempre que é bastante descrever até dez.

“Para aprender a ter mais paciência temos de ver as situações externas, como uma faculdade de aprendizagem, como um treinamento”, aponta Assumpció Salat, psicóloga, diretora do centro de psicologia Àgape e autora de O desenvolvimento da consciência (Uma editora). Maria Mercè Conangla, psicóloga, co-fundadora da Fundação Àmbit, inclui que a paciência é um valor humano que é o cultivo do respeito e aceitação de que as coisas acontecem com um ritmo contrário do que se espera ou deseja.

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Se a resposta for sim, é lógico que notar impaciência, todavia bem como é oportuno interrogar-nos a respeito as consequências da impaciência”. Será que Somos mais resolutivos revelando impaciência isto é cultivar a paciência? Se você pode influenciar as ocorrências, a impaciência poderá ser um combustível que deve saber usá-lo. Mas se as ocorrências são inabaláveis (um engarrafamento, um episódio traumático), talvez seja mais eficiente cultivar esta paciência.

Mesmo que seja por saúde. Como incide pela saúde Não é baladí. Redford Williams, pesquisador do departamento de Psicologia e Neurociência da Universidade Duke, nos Estados unidos, é especializada na ligação entre a psicologia do modo e o seu embate sobre a saúde.

Em 1999, o Journal of the American Medical Association, publicou os resultados da pesquisa de Redford Williams, cujo eixo era a maior ou pequeno paciência. O especialista aponta que a maior impaciência, se intensifica o traço de padecer de problemas de saúde como hipertensão e doenças cardiovasculares em geral.

As pessoas propensas a impaciência, normalmente, estão tensas, o que eleva o grau de estresse. O estresse estimula a segregação de hormonas como o cortisol e a adrenalina. “Elevados níveis destes hormônios, em última instância, poderiam conceder espaço a um aumento de peso, de açúcar no sangue e a nossa pressão arterial. Os hormônios do estresse, sensibilizam as plaquetas, ocasionando-os mais propensos à formação de coágulos nas artérias estrechadas prontamente por uma doença cardíaca, um modo que pode pilotar a um ataque cardíaco. Esses hormônios realizam com que as células de gordura do corpo humano libertem desta gordura no sangue”. Deixe-me dizer, essas reações fisiológicas conseguem prejudicar a saúde.

É um peixe que morde a cauda, porque pela quantidade que se eleva o grau de cortisol no sangue provoca no sujeito mais impaciência, irritabilidade mais e mais amargura, sinaliza o referido pesquisador. A personalidade de João Cruz explica que está nas mãos de cada pessoa modificar este tipo de resposta, no entanto nem sequer todos o têm tão acessível. De forma natural, existem pessoas mais doentes do que algumas, isso custa menos, sempre que que a outros inexistência insuficiente pra que eles saltem os fusíveis.

Tanto é deste modo que já em 1957, os cardiologistas Meyer Friedman e Ray Rosenman definiram o que se deu em chamar personalidade tipo A. trata-Se de um tipo de pessoa que costuma estar muito nervosa, e é competitiva.