Robôs, Os Novos Colegas De Sala De Cirurgia 1

Robôs, Os Novos Colegas De Sala De Cirurgia

Saúde

O avanço da robótica, e a tua aplicação no campo da medicina, representou nas últimas décadas uma melhoria radical pela hora de proporcionar o bem-estar do paciente. Isto levou a alargar o âmbito de colaboração entre os profissionais de saúde em especialidades como a cirurgia minimamente invasiva. Uma destas profissionais é a doutora Elena Ortiz Oshiro, especialista do Serviço de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo, que dirige o Dr. João Carlos Meneu no Complexo Hospitalar Ruber João Bravo de Madrid, pertencente ao grupo Quirónsalud.

A introdução da cirurgia laparoscópica, há por volta de 30 anos, marcou um antes e um depois no domínio da cirurgia. Embora a princípio se encontrou com a desconfiança de alguns críticos, “acabei impondo-se por suas enormes vantagens e tem evoluído de modo vertiginosa nos últimos anos”, explica a doutora Ortiz. Graças a esta técnica, os cirurgiões conseguem interceder ao paciente de uma forma minimamente invasiva e exercer os procedimentos de forma cada vez menos agressiva e com menos embate no teu bem-estar. Isso implica uma recuperação mais rápida, com menos desconforto e um melhor resultado estético com cicatrizes quase imperceptíveis.

“A operação robótica é um passo a mais pela melhoria da cirurgia laparoscópica, que maximiza seus lucros, sem perder nenhuma de suas vantagens”, observa a doutora Ortiz. Este tipo de técnica é a diferença por que o cirurgião não opera de modo direta ao paciente, contudo que está a uma certa distância segurando um sistema mestre-escravo, a partir de uma consola. Dentre os sistemas mestre-escravo mais utilizados em todo o mundo é o robô Da Vinci.

O robô Da Vinci fornece uma visão tridimensional ampliada, pelo motivo de desloca-se ao paciente os movimentos que o cirurgião realiza no console, “filtrando o tremor fisiológico e aumentando, em extenso quantidade, a precisão e a segurança dos mesmos.”

Isto permite fazer intervenções muito mais interessantes com uma melhor visão e com um grau de exatidão muito superior. Qualquer intervenção poderá se auxiliar do uso do robô, explica a doutora, no entanto é usado, principalmente, pra “intervenções em urologia, a prostatectomia radical e em ginecologia. Em operação digestiva, ademais, tem indicação em toda a oncologia (câncer de esôfago, estômago, reto, pâncreas), e também em operação bariátrica -para perder peso – e de patologia benigna, como as grandes hérnias reparado lida antes ou a patologia do pavimento pélvico”. Na medicina, como em outros campos, os grandes avanços tecnológicos não necessitam deixar de lado as pessoas. As vantagens de aplicar a robótica em uma intervenção cirúrgica não se verem refletidos, sem a figura do cirurgião que dirige a operação.

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  • um Classificação 1.Um Coreias geneticamente instituídas
  • Universidade de Mississippi
  • Peça de fruta
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  • Lutador do ano pela revista ” The Ring em 1988

A doutora Ortiz salienta a importância de se informar bem o paciente e deixar claro que “bem que o chamamos de operação robótica, realmente não é o robô que opera, pelo motivo de as decisões são tomadas pelo cirurgião. O robô é uma ferramenta a mais, a única diferença é que é um instrumento qualificado de modificar a conexão que tem o cirurgião com o paciente, contudo nunca prescindindo do fator humano”. Outro dos pontos onde o médico acredita que é primordial botar o tema é o paciente, como este em um conceito mais integrativo da operação.

Isto significa doar um tratamento mais humano, próximo e profissional que permita responder ao paciente “como um todo, não como um órgão”. Pra essa finalidade, é preciso “tratar de desenvolver uma boa ligação cirurgião-paciente, de conceder-lhe o suporte psicológico imprescindível e fornecer todas as ferramentas possíveis pra minimizar os inconvenientes do pós-cirúrgico e que permitam atender o paciente como um todo”.