Tráfego: Inteligência Artificial Contra O Bloqueio De Todas As Manhãs 1

Tráfego: Inteligência Artificial Contra O Bloqueio De Todas As Manhãs

Tecnologia

A mobilidade é um dos maiores desafios que enfrentam as cidades, em sua ânsia por se transformar em inteligentes com a tecnologia. A segurança das infra-estruturas, a sustentabilidade e a competência dos sistemas de transporte são os primeiros fatores que as metrópoles necessitam ter em conta no teu modo de transformação digital. O estímulo que representa o último destes pontos tem que ver com a gestão do tráfego em função do volume de carros e as necessidades de cada instante do dia.

Os esforços para enfrentá-lo estão centrados pela colocação de uma rede de semáforos autônomos, o desenvolvimento de carros sem condutor e a melhoria dos sistemas de detalhes ao passageiro. Os usuários de transporte público em cidades grandes estamos familiarizados com os ônibus que prestam um serviço alternativo ao de uma linha de metro cortado.

Os moradores que utilizavam habitualmente a linha 8 sabem perfeitamente o que eu quero falar. Mas esses meios terminais se dão em raras ocasiões, no momento em que o corte de trânsito pode planear de antemão. O que aconteceria se, de metro e de autocarro possam atuar de modo coordenada diante uma avaria imprevista?

“Mastria foi projetado para responder as necessidades de coordenação dos diferentes sistemas de transporte nas cidades”, explica Alexis Chavelas, diretor de mobilidade digital na Alstom. Se passar-se um corte numa linha de metrô, o centro de operações de Mastria, inteira, no instante e pode aumentar a freqüência de ônibus nessas áreas, até que os trens voltem a circular. O sistema também recebe dicas do exterior e é apto de entender com as informações que recolhe e prever necessidades futuras. A Alstom apresentou o seu sistema em Madrid e Barcelona e, apesar de assegurar que o projeto foi bem recebido, os responsáveis municipais de ambas as cidades não tenham aprovado a sua implementação.

A monitorização multimodal é uma solução de otimização melhor pro transporte público, contudo numa cidade circulam mais do que trens e ônibus. Os problemas de congestionamento de tráfego de todo tipo de carros são capazes de ser reduzidas a partir de uma boa gestão dos semáforos, variando tua freqüência e sincronizándolos para atingir uma rede de mobilidade suave.

E se acrescentamos à equação sistemas de inteligência artificial que possam fazê-lo por si mesmos, obtemos um cocktail de circulação quase maravilhoso. O programa europeu de investigação Local4Global, concluído no início deste ano, instalou uma série de dispositivos inteligentes em imensos semáforos em Munique.

Os dispositivos decidem a duração dos ciclos de luminosidade verde de acordo com os fluxos de tráfego. A começar por algoritmos, conseguem intuir fatores como o número de carros que foram similar ao semáforo, quanto tempo demora a entrar em funcionamento, ou como tá a circulação em outros cruzamentos. Com apoio nessa detalhes, o semáforo pode entrar em verde antes de tempo se as condições do trânsito o permitam. Os tempos de espera conseguem diversificar entre os quarenta e cinco segundos e 2 minutos, em consequência a esse tipo de sistemas, segundo o Instituto de Telemática de Tráfego da Universidade Técnica de Dresden (Alemanha), e seus resultados são bastante notáveis. Não há ninguém dirigindo o ônibus!

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Transporte público autônomo: o n.º deste artigo, que soa mais futurista, todavia também o que mais lhe resta procurar. Com a implantação dos primeiros projetos-piloto em Lyon e Helsínquia há só um ano e meio atrás, agora aderiram a esta moda cidades como Paris, Dubai, Perth (Austrália) ou, mais recentemente, em Londres.

Harry, strutting his stuff yesterday (autonomously). Trata-Se de micro-ônibus que são capazes de transportar uma média de quinze passageiros e funcionam a começar por câmeras e sensores que lhes dão a técnica de diminuir a sua velocidade e parar, se detectam um inconveniente no seu percurso programado.

Estes automóveis não ultrapassam os vinte quilômetros por hora, mas os fabricantes asseguram a sua segurança em zonas pedonais. Mas nada que suave a concluir que os ‘automóveis’ sejam capazes de descongestionar as rodovias, há corporações como Oxbotica, a responsável pelos automóveis de londres, que estão trabalhando em projetos respeitáveis que dão pistas sobre o assunto qual poderá ser o próximo passo.