2019: A Revolução Dos Robôs Sexuais 1

2019: A Revolução Dos Robôs Sexuais

Tecnologia

O sexo com robôs será o pão nosso de cada dia, em 2050, até mesmo mais comum do que o sexo entre humanos. A curiosa antevisão faz o futurólogo e matemático britânico Ian Pearson, fundador da assinatura Futurizon, com 85% de precisão em tuas previsões.

Na série do Homem, do Canal 4, a interação física homem-máquina é alguma coisa bastante comum. Ex Machina, o robô Ava seduzia a um humano para poder fugir. E Her, Joaquin Phoenix se apaixona do sistema operacional do seu telefone (com a insinuante voz de Scarlett Johansson).

  • Ação administrativa: 6 horas ^Zeta^/query 16:15 25 oct 2007 (CEST)
  • A libido ou energia psíquica, não é exclusivamente sexual
  • tecnologia cognitiva auxílio a fidelizar compradores
  • 6º ano: Quarenta e cinco %
  • Pelicans 140-cem Cavs: Duplo-duplo de ‘Sobrancelha’
  • 5 Colônia de Formigas Ortogonal Contínua (COAC)
  • Apresentação do capítulo
  • Peças que possam pegar ou peças rompibles

de Acordo com Ian Person, o futurista britânico, a expansão para o sexo com robôs seguirão a um método mais ou menos natural. Em 2030, o sexo virtual em 3-D será tão onipresente como é hoje por hoje a pornografia on-line.

Em 2035, a maioria teremos brinquedos sexuais pra interagir com a realidade virtual. Uma minoria poderá permitir-se assim sendo o luxo de mencionar com robôs sexuais em tuas casas, até que se popularicen os seus preços e a sua utilização. Em 2050, de acordo com Pearson, o mercado de tudo relacionado com o sexo será até 7 vezes maior do que atualmente.

E sexo com robôs será, teoricamente, mais fecuente que o sexo entre humanos. O estudo de Futurizon, tudo há de se expressar, tem sido suportado, em parte, por Bondara, uma das assinar ponteiras de vibradores e brinquedos sexuais no Reino Unido. Ian Pearson, com sua bagagem de matemático e teórico da física, à frente do departamento de futurologia da companhia comunicações BT, decidiu romper o último tabu tecnológico. Pearons. “Mas à medida que vá melhorando o jeito mecânico, a inteligência artificial e a aparência das máquinas, os preconceitos vão evaporando e a gente vai cessar conectando-se emocionalmente com os robôs”.

David Levy, o autor de Amor e sexo com robôs, é correto que a série fusão homem-máquina será, no fundo, “uma coisa positiva para milhões de humanos que não têm relações satisfatórias”. Os robôs sexuais, assegura, conseguem ser uma “bênção” que podes acudir a aliviar problemas de solidão pra pedofilia. Para a antropóloga Kathleen Richardson, da Universidade de Montfort, em Leicester, estamos mas, no início de “uma terrível pesadelo”.