Um Laboratório No Campo De Futebol 1

Um Laboratório No Campo De Futebol

Tecnologia

Se diz que o futebol é um dos esportes mais refratários à entrada de algumas tecnologias. A International F. A. Board -formada na FIFA e as 4 associações britânicas de futebol – é a associação internacional encarregada de modificar os regulamentos deste jogo.

apesar de que o primordial do futebol -22 jogadores, duas balizas, uma bola e um árbitro caseiro, mantém – se, em tudo o resto está imerso numa corrida na inovação e tecnologia. Uma coisa que, por outro lado, seria de aguardar de um negócio de milhões de dólares assim como este. Em paralelo ao espetáculo, o futebol é também um laboratório de novos materiais, câmeras, programas de estatística, inteligência artificial ou sistemas de monitorização que melhoram o desempenho de cada jogador profissional, desde o teu primeiro treino até o fim de seus sonhos.

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  • Gra (discussão) 21:23, 26 maio 2017 (UTC)

Muitas dessas empresas de base tecnológica têm surgido, além disso, em Portugal. E, com periodicidade, vivem dedicadas quase que exclusivamente ao futebol. Para que depois digam que é só um circo. D relacionada com o calçado. Sem encaminhar-se mais afastado, a Nike apresentou no ano anterior no Escritório de Patentes dos Estados unidos 540 pedidos de registro, a metade das quais estavam relacionadas com o calçado.

a partir de novas solas ao tecido de superfície, passando até mesmo pelos ilhoses por onde passam os cabos. Para o Mundial do Brasil, a vasto aposta da organização de Oregon é A Magista, uma bota de fósforo, cuja peculiaridade é que chega por cima do tornozelo. Segundo explicou Mark Parker, seu CEO, “o corte médio permite que o pé, tornozelo e divisão inferior da perna trabalhem de forma conjunta, como se fossem uma só unidade, uma só pele”.

Mas a sua principal rival, a Adidas, não vai para a zaga, porque há meses aconselharam a Primeknit FS, umas botas muito idênticos, com meia integrado, contudo que ainda não chegaram ao mercado. Quanto às camisetas, o tecido transpirante (que deixa atravessar o suor) deu mais um passo pra utensílios que prendem, refrigeram o músculo e melhorar o funcionamento.

Um novo tecido, chamado ‘Arctic Easy’ e construído pelo exército norte-americano, fará a sua estreia por este verão. Não apenas pela sede, mas bem como nos treinos de futebol americano da NFL. Permite criar uma camiseta ultra leve que leva um revestimento interior substituível e impregnado com gel refrigerante. “Isso se dá de duas horas de refrigeração”, diz Reggie O’Hara, pesquisador na apoio aérea de Wright-Patterson. “Permite encaminhar-se de forma acelerada, por mais tempo, sem cansaço. Os jogadores gostam visto que esfria e comprime”. Agora, os advogados do exército anunciou a conclusão de um acordo com a empresa Russell Athletics pra comercializar, não só essa t-shirt, porém bonés ou meias com a mesma tecnologia. E, por último, as luvas do goleiro.

“pra E também que são personalizados para Memo, esta tecnologia permite sentir de uma forma melhor a bola, como se de fato tivesse pela ponta dos seus dedos. Ao mesmo tempo, tem varas especiais que resistem a impactos fortes. São exigências que ele pede”, alegou Jiménez. Embora os terrenos onde se pratica o futebol profissional continuam apostando no gramado natural, no outro 99% dos campos de futebol, os de treinamento, categorias, semi-profissionais ou futebol amador, o gramado artificial vai se impondo.