Idealizam Uma Aplicação Que Melhora Os Sistemas De Vigilância Às Vítimas De Violência De Género 1

Idealizam Uma Aplicação Que Melhora Os Sistemas De Vigilância Às Vítimas De Violência De Género

Tecnologia

O objetivo dessa busca foi tentar aproveitar as escolhas que dá a tecnologia LTS, conhecida como 4G, o desenvolvimento de aplicações em domínios como a videovigilância, a logística de urgência e, até mesmo, a proteção às vítimas de maus-tratos. A professora Cavaleiro Gil explicou que a idéia principal do projeto era a de pesquisar ao máximo as experctativas da tecnologia 4G aplicada à segurança.

O grupo estabeleceu, em primeiro espaço, quatro áreas de atuação: a proteção de pessoas, a vigilância por video, o transporte e a telemedicina. Em cada um deles havia três possíveis aplicações e, enfim, essas 12 se construíram inteiramente 4, um por área.

No âmbito da protecção de pessoas propôs-se uma aplicação que evolução os sistemas de vigilância a mulheres vítimas de agressividade de gênero. No caso da vigilância por filme, propôs-se um sistema que permite elaborar um móvel a respeito um robô aspirador de pó doméstico. Em caso de intrusão em residência, o robô e a câmera do celular, activam-se automaticamente e iam mandar uma mensagem pro usuário, que desde teu terminal poderá visualizar o que capta a câmera e mover remotamente o robô.

O feito consistiu na apresentação teórica geral dos objetivos do projeto, a tecnologia que está por trás e a explicação de cada uma das quatro aplicações criadas. Assim, ao longo do primeiro simulacro, a Aula Magna da universidade se transformou em um domicílio que estava sendo assaltado por um intruso.

Os convidados puderam observar, em directo, como o robô de vigilância por vídeo enviava a imagem e som do evento para alguém no exterior do edifício, que controlou o autômato com teu smartphone. Nesta simulação, você supôs que o intruso era, também, uma comunidade com ordem de afastamento, o que também foi possível observar como uma mulher recebia em seu smartphone o alerta de que seu agressor estava por perto.

Cavaleiro expôs que o desenvolvimento comercial de tecnologias transferidas fica nesta ocasião nas mãos da organização parceira. No âmbito acadêmico, destacou-se que esta investigação tem facilitado o desenvolvimento de uma quinzena de publicações em revistas de grande embate, incontáveis trabalhos finais de graduação e a participação em inmensuráveis congressos especializados.

Os FPGA e Open Design Circuits, surgem nos anos 1990, no site do Reinoud Lamberts. Open Design Circuits foi o primeiro a recomendar a criação de uma comunidade de projeto de hardware com o espírito do software livre. Em suposição, FPGA permitiria o intercâmbio de projetos livres eletronicamente, do mesmo modo que os programas conseguem ser trocados. Mas as discussões envolveram um enorme número de pessoas, diversas que estavam envolvidas em algumas empresas livres de projeto de hardware.

Esta foi a primeira vez que um extenso grupo de pessoas havia debatido seriamente a respeito do que era prático e o que não era prático em relação ao hardware. Com a criação deste blog, Open Design Circuits lançou as bases para uma comunidade inteira. Existem numerosos problemas que tornam quase impensável de conduzir à prática o conceito de hardware livre.

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Ao tentar desenvolver um projeto, é possível descobrir-se com o defeito da inexistência de utensílio. A pessoa que quer usar o hardware que um terceiro foi projetado, primeiro você tem que produzir, para o qual terá de averiguar os componentes necessários, montar o projeto e apurar se foi feito corretamente. Tudo isso tem um custo. Outra opção é obter o hardware livre diretamente com o criador em caso de que este o coloque no mercado. Tanto no hardware como no software proprietário, há muitos projetos redundantes, quer dizer, se “reinventa a roda”, ao invés de usar este discernimento pra montar algumas áreas de procura e elaboração.

Geralmente esses dispositivos são instalados como condição prévia para a distribuição de software não-livre, obras musicais, livros eletrônicos ou qualquer tipo de arquivo protegido por direitos de autor. Em alguns casos, as restrições aplicadas se estendem além dos arquivos que deveriam proteger, adicionando restrições sobre o exercício de outros documentos ou aplicativos presentes no micro computador.